Já lhes contei sobre meu Fiesta 99(presente que meu querido irmão ganhou quando ingressou na faculdade -e eu, ironicamente, herdei quando ele foi embora – não preciso lhes acrescentar que EU não ganhei NADA ao ingressar na minha.), vulgo “Caquinho”? Caquinho é uma automóvel legal pacas. Dependendo do seu humor, passar a marcha da ré é quase um kame-hame-rá devido à concentração e paciência necessárias para executar tal ato; vez por outra alguma parte dele cai misteriosamente no meio da rua e, dia desses, ele ganhou uma nova marca de afeto quando eu descobri que existem “pontos cegos” no retrovisor e uma coluna fez “bu, cheguei!” do nada na retaguarda dele.
Pois bem, quinta-feira passada, voltando da faculdade, notei que minhas mãos e meus pés estavam besuntados com óleo. Considerei o fato deveras estranho e, ao chegar na garagem maldita, apertada e cheia de colunas mágicas do condomínio novo, percebi uma poça de óleo escorrendo pelos tapetes do carro e desesperei-me com o fato dos meus livros e do meu jaleco estarem no meio dessa poça. Quando afastei meus pertences encharcados, o que vejo? Uma embalagem de óleo mal-fechada de nome comercial “Óleo de peroba”.
Ah, o grito de raiva.
Ah, a ira.
Ah, o ódio.
(cena dois: mãe e pai sentados à mesa)
(som de porta sendo chutada)
- Eu nããããããão sei(jaleco imundo que se enrosca nas pernas quase causa uma topada mortal)queeeeeeem foi o beeeeeeeem-intencionado( a xérox do livro de Fisiologia pingando óleo no chão quase causa outra queda)que teve a briiiiiiilhante idéia de passar óleo de peeeeeeerooooooobaaaaaa nos ferros do banco do carro, e neeeeem estou dizendo que foi um de vocês dois(o olhar fixo no pai que já se mantivera em posição defensiva assim que ela entrou na sala/), só sei que não fecharam a poooooooorcaria da tampa direito, agora eu tenho uma poça fedorenta de óleo no carro, meu jaleco está mais imundo do que de costume e algueeeeeeem daqui vai ter que me dar um livro de fisiologia novo.(Ela respira fundo.) D´accord?!?!?!
Pai sonso olha para a mãe – cujo semblante não é dos melhores – e responde calmamente:
- Onde você estacionou seu carro hoje?
- No estacionamento da faculdade, claro.
- Pois arrombaram seu carro.
- Sério ?
- É, um acontecimento desses não é normal.
- Concordo, não é normal arrombarem meu carro, não levarem NADA e só de malinagem deixarem um óleo de peroba semi-aberto no tapete de trás. Que ladrão malvado, hein?
- Minha filha, você me respeite.
- E você respeite meu carro, meus sapatos, meus livros e meu jaleco!
Até agora ele está com um bico imenso pro meu lado , a mancha do jaleco não quer sair nem com água sanitária e eu ainda não ganhei nenhum livro de Fisiologia novo.
:::::Eu bebi cachaça no Santo Graal em reencarnações passadas, essa é a única explicação..:::
sábado, maio 12, 2007
domingo, maio 06, 2007
7 coisas que eu detesto
1- Prova no dia seguinte e a sensação(ou a certeza)de que eu não sei absolutamente nada sobre a matéria.
2- Sorrisos falsos. Domino a nobre arte de reconhecer um(a) sonsinho(a) só pelo "he he he".
3- Acordar cedo de manhã. Mesmo toques de celular engraçados tais como "palhas do coqueiro", "no cume" e "bofete na sogra" que eu escolhi minuciosamente para o despertar da manhã não dão conta do recado de diminuir a minha imensa infelicidade de pular da cama e pensar "ai vida bosta".
4- Manga e azeitona. Por mim, essas duas iguarias poderiam ser extintas da face da terra.
5- Quando em festas bestas eu estou rodeada por pessoas bestas e me vem a terrível vontade de sair correndo dali.(o que, às vezes, eu faço mesmo, e daí minha fama de "sumir" no meio dos cantos)
6- Discutir com meu pai. De nada adianta falar tridimensionalmente com alguém que só vive num plano unidimensional.
7- Dias bestas em que, ao final deles, eu me deito na cama e penso "putz, que bomba foi hoje!" .Mas eles acabam depois da meia-noite, amém Cinderela.
É..
:::Que alívio é o de ao menos ter 7 certezas na vida!:::
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1- Prova no dia seguinte e a sensação(ou a certeza)de que eu não sei absolutamente nada sobre a matéria.
2- Sorrisos falsos. Domino a nobre arte de reconhecer um(a) sonsinho(a) só pelo "he he he".
3- Acordar cedo de manhã. Mesmo toques de celular engraçados tais como "palhas do coqueiro", "no cume" e "bofete na sogra" que eu escolhi minuciosamente para o despertar da manhã não dão conta do recado de diminuir a minha imensa infelicidade de pular da cama e pensar "ai vida bosta".
4- Manga e azeitona. Por mim, essas duas iguarias poderiam ser extintas da face da terra.
5- Quando em festas bestas eu estou rodeada por pessoas bestas e me vem a terrível vontade de sair correndo dali.(o que, às vezes, eu faço mesmo, e daí minha fama de "sumir" no meio dos cantos)
6- Discutir com meu pai. De nada adianta falar tridimensionalmente com alguém que só vive num plano unidimensional.
7- Dias bestas em que, ao final deles, eu me deito na cama e penso "putz, que bomba foi hoje!" .Mas eles acabam depois da meia-noite, amém Cinderela.
É..
:::Que alívio é o de ao menos ter 7 certezas na vida!:::
sábado, maio 05, 2007
segunda-feira, abril 30, 2007
Links escabrosos
Alguém poderia me explicar what porra é essa?
:::"Ideal de beleza" é algo deveras relativo, realmente..:::
Alguém poderia me explicar what porra é essa?
:::"Ideal de beleza" é algo deveras relativo, realmente..:::
terça-feira, abril 17, 2007
OLHA AS COISA MELHORANDO!!!!
link para a notícia:
Sandra& Junior anunciam separação

Aguardem nos próximos 10 anos as biografias "Sandy : virgindade nasal mantida até hoje!" e "Jr; como eu me tornei mais homem após a cirurgia de mudança de sexo.".
:::Afinal, o que é imortal NÃO morre no final.. e eles se morreram todos, graças a Deus!:::
link para a notícia:
Sandra& Junior anunciam separação

Aguardem nos próximos 10 anos as biografias "Sandy : virgindade nasal mantida até hoje!" e "Jr; como eu me tornei mais homem após a cirurgia de mudança de sexo.".
:::Afinal, o que é imortal NÃO morre no final.. e eles se morreram todos, graças a Deus!:::
sábado, abril 07, 2007
"Pequeno Tratado sobre a Mortalidade do Amor"
Alexandre Inagaki
Todos os dias morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios. Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição.
Todos os dias morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria do que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio ensurdecedor depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia. Há aqueles que, feito Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho-papão. Outros confessam sua culpa em altos brados, fazendo de penico os ouvidos de infelizes garçons. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime, e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda com nomes paradoxais como O Amor Inteligente ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo A Paixão Tem Olhos Azuis, difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.
Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados, e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos, definhando paulatinamente até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4ª série, ou entre fãs que ainda suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e, pior, da fase havaiana). Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (bah, isso não é amor; amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).
Existem, por fim, os amores-fênix. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da TV ligada na mesa-redonda ao final do domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram - teimosos, e belos, e cegos, e intensos. Mas estes são raríssimos, e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas. Mas não quero acreditar nisso...
Um dia vou colocar um anúncio, bem espalhafatoso, no jornal.
Um dia talvez..
:::Victor e Nane, obrigada por sempre saberem o que me dizer nessas horas..:::
Perder-se no abismo que é "pensar e sentir".. Pensar é um ato, sentir é um fato.. Pra quê complicar tanto, meu Deus?
Alexandre Inagaki
Todos os dias morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios. Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição.
Todos os dias morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria do que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio ensurdecedor depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia. Há aqueles que, feito Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho-papão. Outros confessam sua culpa em altos brados, fazendo de penico os ouvidos de infelizes garçons. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime, e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda com nomes paradoxais como O Amor Inteligente ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo A Paixão Tem Olhos Azuis, difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.
Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados, e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos, definhando paulatinamente até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4ª série, ou entre fãs que ainda suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e, pior, da fase havaiana). Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (bah, isso não é amor; amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).
Existem, por fim, os amores-fênix. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da TV ligada na mesa-redonda ao final do domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram - teimosos, e belos, e cegos, e intensos. Mas estes são raríssimos, e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas. Mas não quero acreditar nisso...
Um dia vou colocar um anúncio, bem espalhafatoso, no jornal.
Um dia talvez..
:::Victor e Nane, obrigada por sempre saberem o que me dizer nessas horas..:::
Perder-se no abismo que é "pensar e sentir".. Pensar é um ato, sentir é um fato.. Pra quê complicar tanto, meu Deus?
quarta-feira, abril 04, 2007
plagiando descaradamente uma idéia de um cabeludo que nem se dispõe mais a reivindicar suas próprias idéias..
Coisas que me assustam na calada da noite black

Pelancuda é tua mãe!
Courtney Love QUERIDA, eu já estava triste pensando que a Bitchey tinha roubado seu trono de rainha da porraloucagem!
E um "viva" para quem inventou os maiôs de vovós, cambada!

Pelancuda é tua mãe!
Courtney Love QUERIDA, eu já estava triste pensando que a Bitchey tinha roubado seu trono de rainha da porraloucagem!
E um "viva" para quem inventou os maiôs de vovós, cambada!
domingo, abril 01, 2007
Exercitando a arte da cara-lisa
Sabe-se lá o porquê, sempre aparece um fake na minha lista de enxeridos do orkut cujo pseudômino é "josébis". Transtornada com tal nome escabroso, escrevi-lhe a seguinte mensagem após flagrá-lo pela enésima vez seguida fuçando o meu orkut:
Roberta:
olá caro(a) enxerido(a),
dá pra você perder um pouquinho do seu tempo mexendo nas suas configurações e tirar a opção de ser visível a quem você espiona o profile? Dessa forma, você continua espionando o perfil de quem você quiser fuçar a vida do mesmo jeito e ainda dá mais espaço na minha lista de enxeridos pra que eu possa flagrar alguém que tenha me espionado com o perfil real.
Valhêu a atenção =D
20:19
:::aiaiai viu.::::
Sabe-se lá o porquê, sempre aparece um fake na minha lista de enxeridos do orkut cujo pseudômino é "josébis". Transtornada com tal nome escabroso, escrevi-lhe a seguinte mensagem após flagrá-lo pela enésima vez seguida fuçando o meu orkut:
Roberta:
olá caro(a) enxerido(a),
dá pra você perder um pouquinho do seu tempo mexendo nas suas configurações e tirar a opção de ser visível a quem você espiona o profile? Dessa forma, você continua espionando o perfil de quem você quiser fuçar a vida do mesmo jeito e ainda dá mais espaço na minha lista de enxeridos pra que eu possa flagrar alguém que tenha me espionado com o perfil real.
Valhêu a atenção =D
20:19
:::aiaiai viu.::::
segunda-feira, março 19, 2007
Para não dizer que não falei das flores
Observando o contador de visitas do blog, surpreendi-me com a quantidade de "criaturas que comentam"(quer dizer, na verdade a grande maioria nem comenta, seus preguiçosos!)que ainda visita esse blog. O irônico desse fato é que, nos quase seis anos de existência do Booblog, eu já acabei com essa página umas cinco vezes, já passei meses sem escrever uma linha sequer, já retirei os comentários só de encrenca umas duas ou três vezes e, esporadicamente, ainda pego uns duelos verbais incompreensíveis e enfadonhíssimos com um ou outro abusadinho privado de amor materno que vem descontar os seus traumas sexuais, intelectuais e anatômicos em mim.
Tendo em vista toda essa presepada, o que eu posso dizer aos que ainda se importam comigo e que, mesmo com tudo isso, visitam-me quase todos os dias?
Obrigada. =)
::: Ainda bem que alguém nesse mundo ainda me acha interessante, porque, se eu for me basear no meu ibope no mundo real, lasquei-me feiamente..:::
Observando o contador de visitas do blog, surpreendi-me com a quantidade de "criaturas que comentam"(quer dizer, na verdade a grande maioria nem comenta, seus preguiçosos!)que ainda visita esse blog. O irônico desse fato é que, nos quase seis anos de existência do Booblog, eu já acabei com essa página umas cinco vezes, já passei meses sem escrever uma linha sequer, já retirei os comentários só de encrenca umas duas ou três vezes e, esporadicamente, ainda pego uns duelos verbais incompreensíveis e enfadonhíssimos com um ou outro abusadinho privado de amor materno que vem descontar os seus traumas sexuais, intelectuais e anatômicos em mim.
Tendo em vista toda essa presepada, o que eu posso dizer aos que ainda se importam comigo e que, mesmo com tudo isso, visitam-me quase todos os dias?
Obrigada. =)
::: Ainda bem que alguém nesse mundo ainda me acha interessante, porque, se eu for me basear no meu ibope no mundo real, lasquei-me feiamente..:::
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